terça-feira, 23 de outubro de 2012
Pedagogia de projetos
O que é projeto?
Trata-se de uma opção metodológica no processo de ensino/aprendizagem baseada na ideia de ação continuada. "Projeto se apoia no verbo "projetar" que entre outros, tem o significado de estender, prolongar, continuar, espichar. Projeto é, pois, ação continuada, sem final em si mesmo e, possivelmente, provocadora de novas ações" (Paulo Alfonso Ronca).
Os projetos são iniciativas diversificadas, desenvolvidas a partir do conhecimento e do questinamento da realidade, gerando o aprendizado de conceitos e valores.
A prática de projetos podem aumentar a eficiência escolar, eliminando a pedagogia do desânimo e da descrença,e dando lugar a pedagogia da busca, do desfio, do encontro, da esperança, da realização e da transformção.
A origem da pedagogia de projetos
Projeto passou ser palavra de ordem a partir da publicação dos Parâmetros Curriculares Nacionais, em 1996, como "uma opção metodológica que considera a atuação do educando na construção do seu próprio conhecimento, que valoriza suas experiências, seus conhecimentos prévios e a interação professor/aluno (...)", desenvolvendo no educando de posicionar-se, elaborar projetos pessoais e coletivos, ter senso crítico, participar de ações sociais e eleger príncipios éticos para a construção de uma sociedade justa e solidária" (PCN).
A ideia de adotar projetos como opção metodológica surgiu das necessidades sociais, políticas e econômicas atuais. De um lado houve avanços tecnológicos e de outro avanço da miserabilidade, das doenças, da violênia etc. Neste século, estamos diante de um cenário de vida e de morte, num planeta cada vez mais povoado e desigual, com problemas cada vez mais globais.
Fonte: Especial guia prático para professores projetos ( revista).
Projeto de Aprendizagem
NOVAS TECNOLOGIAS NA ESCOLA: POR QUÊ? PARA QUÊ?
Estamos vivendo uma
época de mudanças conceituais muito grande, novas aprendizagens,
passamos a conviver com a possibilidade de interatividade virtual em
casa, na escola, no trabalho.... Hoje podemos nos comunicar pelo
sistema hi-fi, conexões a rádio, adsl, discadas, etc. Desta forma
pode-se dizer que o nosso planeta é um grande sistema de informações,
idéias, conceitos, vivências, dentro de um contexto multicultural.
O ser humano pode escolher onde quer estar e dialogar, através das redes, nas mais diversas áreas de conhecimentos. Podemos dizer que os jovens adoram a rede de relacionamentos, tais como orkut, msn, yahoo, entre outras. Já os educadores trabalham com várias redes para discussões, pesquisas, produções textuais, compartilhando idéias, imagens, vivências e novas teorias.
As tecnologias de informação e comunicação tem facilitado a interatividade entre as pessoas, os países, os grupos sociais, sendo que a internet é a que mais se destaca, pela facilidade de acesso, baixo custo e a liberdade de expressão.
A internet provocou uma verdadeira revolução teórica, de construção de pensamentos e conhecimentos, de transformação de hábitos e valores, de mudança de postura educacional. Mas, como operacionalizar em sala de aula? Vamos analidar a seguinte proposta de trabalho!
Esta proposta pedagógica para o uso dos recursos on-line em sala de aula é baseado no conceito de aprender a aprender e não o de ensinar. Segundo MAGDALENA E COSTA (2003, P. 16-17), o objetivo é de construir e não o de instruir. Tendo como idéias centrais:
* autonomia.
São processos que:
*partem das indagações dos alunos e do conhecimento que eles já têm;
*desenvolvem-se com a colaboração/cooperação interna e externa (diversidade);
*rompem com horários, disciplinas, seqüências, pré-requisitos, hierarquias, espaço...;
*fazem dos alunos e dos professores aprendizes, construindo conhecimento interdisciplinar, em ambientes informatizados.
O ser humano pode escolher onde quer estar e dialogar, através das redes, nas mais diversas áreas de conhecimentos. Podemos dizer que os jovens adoram a rede de relacionamentos, tais como orkut, msn, yahoo, entre outras. Já os educadores trabalham com várias redes para discussões, pesquisas, produções textuais, compartilhando idéias, imagens, vivências e novas teorias.
As tecnologias de informação e comunicação tem facilitado a interatividade entre as pessoas, os países, os grupos sociais, sendo que a internet é a que mais se destaca, pela facilidade de acesso, baixo custo e a liberdade de expressão.
A internet provocou uma verdadeira revolução teórica, de construção de pensamentos e conhecimentos, de transformação de hábitos e valores, de mudança de postura educacional. Mas, como operacionalizar em sala de aula? Vamos analidar a seguinte proposta de trabalho!
PROJETOS DE APRENDIZAGEM COMO UMA PROPOSTA INOVADORA
Esta proposta pedagógica para o uso dos recursos on-line em sala de aula é baseado no conceito de aprender a aprender e não o de ensinar. Segundo MAGDALENA E COSTA (2003, P. 16-17), o objetivo é de construir e não o de instruir. Tendo como idéias centrais:
- conhecimento/construção;
- processo interativo;
- prática como suporte da reflexão;
- interdisciplinaridade;
* autonomia.
São processos que:
*partem das indagações dos alunos e do conhecimento que eles já têm;
*desenvolvem-se com a colaboração/cooperação interna e externa (diversidade);
*rompem com horários, disciplinas, seqüências, pré-requisitos, hierarquias, espaço...;
*fazem dos alunos e dos professores aprendizes, construindo conhecimento interdisciplinar, em ambientes informatizados.
Nesse ambiente os alunos podem:
*levantar hipóteses;
*analisar, organizar e selecionar informações para tomada de decisões conscientes;
*desenvolver novas formas autônomas de criação, comunicação e expressão nas Ciências, Artes e Técnicas;
*intuir, refletir e imaginar;
*ser solidário e cooperativo.
*analisar, organizar e selecionar informações para tomada de decisões conscientes;
*desenvolver novas formas autônomas de criação, comunicação e expressão nas Ciências, Artes e Técnicas;
*intuir, refletir e imaginar;
*ser solidário e cooperativo.
O professor passa a ser:
*orientador, desafiador;*aprendiz;
*pesquisador;
*inovador;
*autônomo.
Vamos participar e construir uma comunidade dinâmica e solidária de aprendizagem. A partir de Projetos de Aprendizagem (PA) a serem construídos em grupos, compartilhando as pesquisas e experiências via on-line, podemos construir novas formas de aprender.
Propomos a sua operacionalizar com o uso de diversos recursos metodológicos e softwares, tais como:
*Avaliação e organização das idéias com o uso de Mapas Conceituais - cmap tools
*Escrita colaborativa - wiki
*Diário de bordo - blog
*Pesquisas on-line - buscadores de sites e imagens (google, yahoo, etc)
*Pesquisas bibliográficas - biblioteca escolar
*Análise de métodos, técnicas e recursos tecnológicos específicos para cada PA proposto.
*Discussão, seminários, fóruns, apresentação de propostas e teorias - ferramentas on-line (e-proinfo, video-conferências, chat, etc.
http://projetodeaprendizagem.pbworks.com/w/page/19250366/Projeto%20de%20Aprendizagem
terça-feira, 9 de outubro de 2012
domingo, 30 de setembro de 2012
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Projeto de Aprendizagem
NOVAS TECNOLOGIAS NA ESCOLA: POR QUÊ? PARA QUÊ?
Estamos vivendo uma
época de mudanças conceituais muito grande, novas aprendizagens,
passamos a conviver com a possibilidade de interatividade virtual em
casa, na escola, no trabalho.... Hoje podemos nos comunicar pelo sistema
hi-fi, conexões a rádio, adsl, discadas, etc. Desta forma pode-se dizer
que o nosso planeta é um grande sistema de informações, idéias,
conceitos, vivências, dentro de um contexto multicultural.
O ser humano pode escolher onde quer estar e dialogar, através das redes, nas mais diversas áreas de conhecimentos. Podemos dizer que os jovens adoram a rede de relacionamentos, tais como orkut, msn, yahoo, entre outras. Já os educadores trabalham com várias redes para discussões, pesquisas, produções textuais, compartilhando idéias, imagens, vivências e novas teorias.
As tecnologias de informação e comunicação tem facilitado a interatividade entre as pessoas, os países, os grupos sociais, sendo que a internet é a que mais se destaca, pela facilidade de acesso, baixo custo e a liberdade de expressão.
A internet provocou uma verdadeira revolução teórica, de construção de pensamentos e conhecimentos, de transformação de hábitos e valores, de mudança de postura educacional. Mas, como operacionalizar em sala de aula? Vamos analidar a seguinte proposta de trabalho!
Esta proposta pedagógica para o uso dos recursos on-line em sala de aula é baseado no conceito de aprender a aprender e não o de ensinar. Segundo MAGDALENA E COSTA (2003, P. 16-17), o objetivo é de construir e não o de instruir. Tendo como idéias centrais:
* autonomia.
São processos que:
*partem das indagações dos alunos e do conhecimento que eles já têm;
*desenvolvem-se com a colaboração/cooperação interna e externa (diversidade);
*rompem com horários, disciplinas, seqüências, pré-requisitos, hierarquias, espaço...;
*fazem dos alunos e dos professores aprendizes, construindo conhecimento interdisciplinar, em ambientes informatizados.
O ser humano pode escolher onde quer estar e dialogar, através das redes, nas mais diversas áreas de conhecimentos. Podemos dizer que os jovens adoram a rede de relacionamentos, tais como orkut, msn, yahoo, entre outras. Já os educadores trabalham com várias redes para discussões, pesquisas, produções textuais, compartilhando idéias, imagens, vivências e novas teorias.
As tecnologias de informação e comunicação tem facilitado a interatividade entre as pessoas, os países, os grupos sociais, sendo que a internet é a que mais se destaca, pela facilidade de acesso, baixo custo e a liberdade de expressão.
A internet provocou uma verdadeira revolução teórica, de construção de pensamentos e conhecimentos, de transformação de hábitos e valores, de mudança de postura educacional. Mas, como operacionalizar em sala de aula? Vamos analidar a seguinte proposta de trabalho!
PROJETOS DE APRENDIZAGEM COMO UMA PROPOSTA INOVADORA
Esta proposta pedagógica para o uso dos recursos on-line em sala de aula é baseado no conceito de aprender a aprender e não o de ensinar. Segundo MAGDALENA E COSTA (2003, P. 16-17), o objetivo é de construir e não o de instruir. Tendo como idéias centrais:
- conhecimento/construção;
- processo interativo;
- prática como suporte da reflexão;
- interdisciplinaridade;
* autonomia.
São processos que:
*partem das indagações dos alunos e do conhecimento que eles já têm;
*desenvolvem-se com a colaboração/cooperação interna e externa (diversidade);
*rompem com horários, disciplinas, seqüências, pré-requisitos, hierarquias, espaço...;
*fazem dos alunos e dos professores aprendizes, construindo conhecimento interdisciplinar, em ambientes informatizados.
Nesse ambiente os alunos podem:
*levantar hipóteses;
*analisar, organizar e selecionar informações para tomada de decisões conscientes;
*desenvolver novas formas autônomas de criação, comunicação e expressão nas Ciências, Artes e Técnicas;
*intuir, refletir e imaginar;
*ser solidário e cooperativo.
*analisar, organizar e selecionar informações para tomada de decisões conscientes;
*desenvolver novas formas autônomas de criação, comunicação e expressão nas Ciências, Artes e Técnicas;
*intuir, refletir e imaginar;
*ser solidário e cooperativo.
O professor passa a ser:
*orientador, desafiador;
*aprendiz;
*pesquisador;
*inovador;
*autônomo.
Vamos participar e
construir uma comunidade dinâmica e solidária de aprendizagem. A partir
de Projetos de Aprendizagem (PA) a serem construídos em grupos,
compartilhando as pesquisas e experiências via on-line, podemos
construir novas formas de aprender.
Propomos a sua operacionalizar com o uso de diversos recursos metodológicos e softwares, tais como:
*Avaliação e organização das idéias com o uso de Mapas Conceituais - cmap tools
*Escrita colaborativa - wiki
*Diário de bordo - blog
*Pesquisas on-line - buscadores de sites e imagens (google, yahoo, etc)
*Pesquisas bibliográficas - biblioteca escolar
*Análise de métodos, técnicas e recursos tecnológicos específicos para cada PA proposto.
*Discussão,
seminários, fóruns, apresentação de propostas e teorias - ferramentas
on-line (e-proinfo, video-conferências, chat, etc.
Fonte: http://projetodeaprendizagem.pbworks.com/w/page/19250366/Projeto%20de%20Aprendizagem
Blog do curso TIC
No blog do curso de tecnologia na Educação encontram-se todas as informações, conteudos e links necessários para a realização do curso.blog do curso tic
Pedro Demo aborda os desafios da linguagem no século XXI
Pedro Demo é professor do departamento de Sociologia da Universidade de
Brasília (UnB). PhD em Sociologia pela Universidade de Saarbrücken,
Alemanha, e pós-doutor pela University of California at Los Angeles
(UCLA), possui 76 livros publicados, envolvendo Sociologia e Educação.
No mês passado esteve em Curitiba para uma palestra promovida pela
Faculdade Opet, e conversou com o Nota 10.
O tema de sua palestra é “Os desafios da linguagem do século XXI para a aprendizagem na escola”. Quais são os maiores desafios que professores e alunos enfrentam, envolvendo essa linguagem?
A escola está distante dos desafios do século XX. O fato é que quando as crianças de hoje forem para o mercado, elas terão de usar computadores, e a escola não usa. Algumas crianças têm acesso à tecnologia e se desenvolvem de uma maneira diferente - gostam menos ainda da escola porque acham que aprendem melhor na internet. As novas alfabetizações estão entrando em cena, e o Brasil não está dando muita importância a isso – estamos encalhados no processo do ler, escrever e contar. Na escola, a criança escreve porque tem que copiar do quadro. Na internet, escreve porque quer interagir com o mundo. A linguagem do século XXI – tecnologia, internet – permite uma forma de aprendizado diferente. As próprias crianças trocam informações entre si, e a escola está longe disso. Não acho que devemos abraçar isso de qualquer maneira, é preciso ter espírito crítico - mas não tem como ficar distante. A tecnologia vai se implantar aqui “conosco ou sem nosco”.
continui lendo...
O tema de sua palestra é “Os desafios da linguagem do século XXI para a aprendizagem na escola”. Quais são os maiores desafios que professores e alunos enfrentam, envolvendo essa linguagem?
A escola está distante dos desafios do século XX. O fato é que quando as crianças de hoje forem para o mercado, elas terão de usar computadores, e a escola não usa. Algumas crianças têm acesso à tecnologia e se desenvolvem de uma maneira diferente - gostam menos ainda da escola porque acham que aprendem melhor na internet. As novas alfabetizações estão entrando em cena, e o Brasil não está dando muita importância a isso – estamos encalhados no processo do ler, escrever e contar. Na escola, a criança escreve porque tem que copiar do quadro. Na internet, escreve porque quer interagir com o mundo. A linguagem do século XXI – tecnologia, internet – permite uma forma de aprendizado diferente. As próprias crianças trocam informações entre si, e a escola está longe disso. Não acho que devemos abraçar isso de qualquer maneira, é preciso ter espírito crítico - mas não tem como ficar distante. A tecnologia vai se implantar aqui “conosco ou sem nosco”.
continui lendo...
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Plano de Aula: calculando com números racionais
Autor e Coautor(es)
RIO DE JANEIRO - RJ
COL DE APLIC DA UNIV FED DO RIO DE JANEIRO
Miriam Abduche Kaiuca
A professora levará para a sala de aula uma barra de chocolate dividido em 30 quadradinhos, onde estes serão repartidos e colocados em diferentes sacos de papel e depois fechados.
Estrutura Curricular
| Modalidade / Nível de Ensino | Componente Curricular | Tema |
|---|---|---|
| Ensino Fundamental Inicial | Matemática | Números e operações |
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
OBJETIVOS:
Somar e subtrair frações com denominadores iguais;
Utilizar o cálculo de frações no seu cotidiano;
Reconhecer frações por meio de situações problema.
Somar e subtrair frações com denominadores iguais;
Utilizar o cálculo de frações no seu cotidiano;
Reconhecer frações por meio de situações problema.
Duração das atividades
Três tempos de 50 min.
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Conhecer e utilizar os algoritmos da adição e subtração.
Estratégias e recursos da aula
1ª Atividade:A professora levará para a sala de aula uma barra de chocolate dividido em 30 quadradinhos, onde estes serão repartidos e colocados em diferentes sacos de papel e depois fechados.
Um aluno irá abrir um saco e encontrará 6 quadradinhos. a) Que
fração do chocolate ele recebeu ? A turma deverá responder - 6/30 .
Um outro aluno abrirá um outro saco e encontrará 8 quadradinhos da barra de chocolate. b) Que fração do chocolate ele recebeu ? Somente as meninas da turma deverão responder - 8/30 .
Um terceiro aluno abrirá um outro saco e encontrará 7 quadradinhos da barra de chocolate. c) Que fração do chocolate ele recebeu ? Somente os meninos da turma deverão responder - 7/30.
Agora a professora continuará perguntando:
Que fração do chocolate recebeu o primeiro e o segundo alunos juntos ?
Os alunos deverão responder em dupla em uma folha de papel - 6/30 +8/30 = 14/30.
e) Que fração do chocolate recebeu o segundo e o terceiro ?
Os alunos deverão responder com a mesma dupla - 8/30 + 7/30 = 15/30.
2ª Atividade:
Agora a professora pedirá que os alunos formulem uma pergunta para a seguinte sentença envolvendo o que aconteceu com as barras de chocolate. Ela escreverá no quadro de giz - 30/30 - 7/30 = 17/30
Selecionará alguns alunos para apresentarem suas perguntas e colocar para serem discutidas pela turma.
3ª Atividade:
A professora esconderá embaixo de algumas carteiras alguns círculos.
Eles serão:
RECURSOS:
Barra de chocolate;
Círculos coloridos em madeira; ( Círculos de Frações )
Cartolina branca;
Lápis de cor.
Um outro aluno abrirá um outro saco e encontrará 8 quadradinhos da barra de chocolate. b) Que fração do chocolate ele recebeu ? Somente as meninas da turma deverão responder - 8/30 .
Um terceiro aluno abrirá um outro saco e encontrará 7 quadradinhos da barra de chocolate. c) Que fração do chocolate ele recebeu ? Somente os meninos da turma deverão responder - 7/30.
Agora a professora continuará perguntando:
Que fração do chocolate recebeu o primeiro e o segundo alunos juntos ?
Os alunos deverão responder em dupla em uma folha de papel - 6/30 +8/30 = 14/30.
e) Que fração do chocolate recebeu o segundo e o terceiro ?
Os alunos deverão responder com a mesma dupla - 8/30 + 7/30 = 15/30.
2ª Atividade:
Agora a professora pedirá que os alunos formulem uma pergunta para a seguinte sentença envolvendo o que aconteceu com as barras de chocolate. Ela escreverá no quadro de giz - 30/30 - 7/30 = 17/30
Selecionará alguns alunos para apresentarem suas perguntas e colocar para serem discutidas pela turma.
3ª Atividade:
A professora esconderá embaixo de algumas carteiras alguns círculos.
Eles serão:
- três círculos divididos em 8 partes e 2 partes coloridas ;
- quatro círculos divididos em 8 partes e 5 partes coloridas ;
- dois círculos divididos em 8 partes e 1 parte colorida ;
RECURSOS:
Barra de chocolate;
Círculos coloridos em madeira; ( Círculos de Frações )
Cartolina branca;
Lápis de cor.
Recursos Complementares
site www.mathema.com.br/
http://clickjogos.uol.com.br/jogos-online/esportes/xadrez/
br.answers.yahoo.com/question/index?quid...
http://clickjogos.uol.com.br/jogos-online/esportes/xadrez/
br.answers.yahoo.com/question/index?quid...
Avaliação
Os alunos demonstrarão seus conhecimentos durante a realização das atividades das propostas pela professora.
Todos os trabalhos realizados pelos alunos, serão expostos em murais, com o objetivo de fixar os conteúdos dados.
Fonte: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=21111
Todos os trabalhos realizados pelos alunos, serão expostos em murais, com o objetivo de fixar os conteúdos dados.
Fonte: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=21111
PLANO DE AULA
Localizando na reta numérica os números racionais
na forma decimal.
Autor e Co-autor(es)
RIO DE
JANEIRO - RJ COL DE APLIC DA UNIV FED DO RIO DE JANEIRO
Co-autor(es)
Miriam
Abduche Kaiuca
Estrutura Curricular
|
Modalidade / Nível de Ensino
|
Componente Curricular
|
Tema
|
|
Ensino
Fundamental Inicial
|
Matemática
|
Números
e operações
|
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
- Interpretar e produzir escritas numéricas, levando-se em conta as regras do sistema de numeração decimal, ampliando-as para a representação dos números racionais na forma decimal.
- Compreender a localização de uma reta numérica.
Duração das atividades
3 tempos de 50 minutos
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
- Ter noção de fração
- Ter noção de número racional
- Ter noção de número decimal
Estratégias e recursos da aula
Recursos
- cartões com fração e número decimal
- Quadro Valor de Lugar – QVL com os décimos, centésimos e milésimos.
- caderno de anotações
- fracionário
Estratégias
A professora apresentará aos alunos 10 cartões com fração decimal cada.
Exemplo: 3/10, 5/100, 12/1000
Observando a reta construída pela professora no quadro os alunos,
organizados em grupo, deverão colocar essas frações em uma reta numérica,
na ordem crescente.
Os próprios alunos farão a construção da reta numérica em papel cartão.
Marcarão a reta numérica lembrando que o zero fará a divisão
entre os números naturais e os números fracionários e decimais.
A professora, novamente, procurará junto aos alunos, provocar uma indagação:
Como vocês poderão marcar a fração 3/10?
Lembre-se de que os alunos já tem a noção dos números decimais, por tanto é
necessário desafiá-los a formar uma fração decimal em um número decimal.
Os 3/10 ocuparão as casas dos décimos,centésimos e milésimos igual ao QVL
dos números inteiros.
A professora perguntará:
Como será a representação de 1/10?
Assim discute-se a parte inteira e a parte decimal.
O professor questionará os alunos sobre a necessidade da vírgula
como forma de definir que ela separa a
parte inteira da parte decimal, para que a
turma descubra porque a fração decimal equivale ao número decimal.
Os alunos deverão utilizar o QVL para entender a transformação escrita e
convencional do número decimal e transformar cada fração em forma decimal,
organizando- as em ordem crescente na reta numérica.
Exemplo: 3/10 = 0,3
5/10
= 0,5
6/10
= 0,6
__________________________ 0 ______/______/___/___________
0,3
0,5 0,6
Seguindo a proposta temática, a professora levantará a seguinte questão:
Como representar as frações 10/10 ou 4/4 ou 9/9 ?
Deverão chegar a conclusão que elas correspondem a um inteiro
manuseando a parte fracionária que contem diversas formas já dividas
em diferentes partes. Os alunos deverão chegar a conclusão de que estas frações
correspondem a um inteiro.
Exemplo: 4/4
Assim, novamente, a professora poderá questionar: 1 unidade é igual a que
fração? Os alunos deverão apresentar várias respostas. Neste momento, a
professora solicitará que cada um responda com uma fração.
Assim, os alunos verificarão que cada pedaço do inteiro dividido em quantas
partes iguais se desejar, corresponde a um pedaço da divisão
estabelecida.
Num time de futebol com 11 jogadores, a fração correspondente será 11/11,
porque cada jogador corresponde a 1/11. Desta forma, o todo é um inteiro que
foi dividido em 11 partes iguais. Peça ao grupo que dê exemplos de
outras frações.
A professora alertará para o conceito da unidade, partes
iguais num todo que é fundamental para conceitualização de fração.
Recursos Complementares
Livro:
Aritmética da Emília ,MONTEIRO LOBATO,ed.
GLOBO.
Avaliação
Avalie os alunos com o seguinte exercício:
Construção da reta numérica por cada aluno do grupo, colocando
os números e fazendo as devidas relações oralmente.
Alunas e alunos pensem e respondam:
A) Seus polegares são dois décimos dos dedos da mão, como
representar?
Resposta: 0,2
B) 60 selos são três décimos de 200 selos, como representar?
Resposta: 0,3
A professora pedirá para cinco alunos fazerem uma pergunta cada,
de forma similar ao tema tratado, numa folha de bloco. Depois ela
fará as perguntas para a turma.
Fonte: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=19231
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Biografia, obras e estilo literário
Contista, ensaísta e tradutor,
este grande nome da literatura
brasileira nasceu na cidade de Taubaté, interior de São Paulo,
no ano de 1882. Formado em Direito, atuou como promotor público até
se tornar fazendeiro, após receber herança deixada pelo avô.
Diante de um novo estilo de vida, Lobato passou a publicar seus
primeiros contos em jornais e revistas, sendo que, posteriormente,
reuniu uma série deles em Urupês, obra prima deste famoso escritor.
Em uma época em que os livros
brasileiros eram editados em Paris ou Lisboa, Monteiro Lobato
tornou-se também editor, passando a editar livros também no Brasil.
Com isso, ele implantou uma série de renovações nos livros
didáticos e infantis.
Este notável escritor é
bastante conhecido entre as crianças, pois se dedicou a um estilo de
escrita com linguagem simples onde realidade e fantasia estão lado a
lado. Pode-se dizer que ele foi o precursor da literatura infantil no
Brasil.
Suas personagens mais conhecidas
são: Emília, uma boneca de pano com sentimento e idéias
independentes; Pedrinho, personagem que o autor se identifica quando
criança; Visconde de Sabugosa, a sabia espiga de milho que tem
atitudes de adulto, Cuca, vilã que aterroriza a todos do sítio,
Saci
Pererê e outras personagens que fazem parte da inesquecível
obra: O Sítio do Pica-Pau Amarelo, que até hoje encanta muitas
crianças e adultos.
Escreveu ainda outras incríveis
obras infantis, como: A Menina do Nariz Arrebitado, O Saci, Fábulas
do Marquês de Rabicó, Aventuras do Príncipe, Noivado de Narizinho,
O Pó de Pirlimpimpim, Reinações de Narizinho, As Caçadas de
Pedrinho, Emília no País da Gramática, Memórias da Emília, O
Poço do Visconde, O Pica-Pau Amarelo e A Chave do Tamanho.
Fora os livros infantis, este
escritor brasileiro escreveu outras obras literárias, tais como: O
Choque das Raças, Urupês, A Barca de Gleyre e o Escândalo do
Petróleo.
Neste último livro, demonstra todo seu nacionalismo, posicionando-se
totalmente favorável a exploração do petróleo apenas por empresas
brasileiras.
No ano de 1948, o Brasil
perdeu este grande talento que tanto contribuiu com o desenvolvimento
de nossa literatura.
Frases de Monteiro Lobato
- "De escrever para marmanjos já estou enjoado. Bichos sem graça. Mas para crianças um livro é todo um mundo."
- "É errado pensar que é a ciência que mata uma religião. Só pode com ela outra religião."
- "O livro é uma mercadoria como qualquer outra; não há diferença entre o livro e um artigo de alimentação. (...) Se o livro não vende é porque ele não presta".
- "Tudo tem origem nos sonhos. Primeiro sonhamos, depois fazemos."
Biografia
Nasceu em Taubaté, São Paulo, no dia 18 de abril
de 1882. Em homenagem ao seu nascimento, neste dia comemora-se o Dia
Nacional do Livro Infantil.
Era filho de José Bento Marcondes Lobato e
Olímpia Augusto Lobato. Seu nome verdadeiro era José Renato
Monteiro Lobato, mas em 1893 o autor preferiu adotar o nome do pai
por desejar usar uma bengala do pai que continha no punho as iniciais
JBML.
Juca, apelido que Lobato recebeu na infância,
brincava em companhia de suas irmãs com legumes e sabugos de milho
que eram transformados em bonecos e animais, conforme costume da
época. Uma forte influência de sua própria experiência reside na
criação do personagem Visconde de Sabugosa.
Ainda na infância, Juca descobriu seu gosto pelos
livros na vasta biblioteca de seu avô. Os seus prediletos tratavam
de viagens e aventuras. Ele leu tudo que lá existia, mas desde esta
época incomodava a ele o fato de não existir uma literatura
infantil tipicamente brasileira.
Um fato interessante aconteceu ao então jovem
Juca, no ano de 1895: ele foi reprovado em uma prova oral de
Português. O ano seguinte foi de total estudo, mergulhado nos
livros. Notável é o interesse de Lobato escritor no que diz
respeito à Língua Portuguesa, presente em alguns de seus títulos.
É na adolescência que começa a escrever para jornaizinhos
escolares e descobre seu gosto pelo desenho.
Aos 16 anos perde o pai e aos 17 a mãe. A partir
de então, sua tutela fica a encargo do avô materno, o Visconde de
Tremembé. Formou-se em Direito pela faculdade de seu estado, por
vontade do avô, porque preferia ter cursado a Escola de Belas-Artes.
Esse gosto pelas artes resultou em várias caricaturas e desenhos que
ele enviava para jornais e revistas.
Em 1907, 3 anos após sua formatura, exerceu a
promotoria em Areias, cidadezinha do interior. Retirou-se depois para
uma fazenda em Buquira que herdou do avô, falecido em 1911. Este
município, onde surgiu um Lobato fazendeiro, recebeu seu nome em sua
homenagem.
Casou-se com Maria Pureza da Natividade, em 28 de
março de 1908. Do casamento vieram os quatro filhos: Edgar,
Guilherme, Marta e Rute.
Em 1918 lançou Urupês, e o êxito
fulminante desse livro de contos colocou-o numa posição de
vanguarda. Neste mesmo ano, vendeu a fazenda e transferiu-se para São
Paulo, onde inaugurou a primeira editora nacional: Monteiro Lobato &
Cia. Até então, os livros que circulavam no Brasil eram publicados
em Portugal. Por isso, as iniciativas de Lobato deram à indústria
brasileira do livro um impulso decisivo para sua expansão.
Em 1926, foi nomeado adido comercial da embaixada
brasileira nos Estados Unidos, de onde trouxe um notável livro de
impressões: América. Usou, assim, suas principais armas em
prol do nacionalismo no tocante à exploração de ferro e petróleo
no Brasil: os ideais e os livros.
Preocupado com o desenvolvimento econômico do
país, chegou a fundar diversas companhias para a exploração do
petróleo nacional.. O fracasso dessa iniciativa deu-lhe assunto para
um artigo: O Escândalo do Petróleo. Já sob o Estado Novo,
sua persistência em abordar esse tema como patriota autêntico
valeu-lhe três meses de prisão.
No público infantil, Lobato escritor reencontra
as esperanças no Brasil. Escrever para crianças era sua alegria,
por isso adorava receber as cartinhas que seu pequenino público
escrevia constantemente. Achava que o futuro deveria ser mudado
através da criançada, para quem dava um tratamento especial, sem
ser infantilizado. O resultado foi sensacional, conseguindo
transportar até hoje muitas crianças e adultos para o maravilhoso
mundo do Sítio do Picapau Amarelo.
Faleceu em São Paulo, no dia 4 de julho de 1948,
aos 66 anos de idade, por causa de um derrame.
A obra
lobatiana é composta por 30 volumes. Tem um lugar indisputável
na literatura brasileira como o Andersen
brasileiro, autor dos primeiros livros brasileiros para crianças, e
também como revelador de Jeca Tatu, o homem do interior brasileiro.
Apesar de ter sido, em muitos pontos, o precursor
do Modernismo, a ele nunca aderiu. Ficou conhecida a sua querela com
modernistas por causa do artigo "A propósito da exposição
Malfatti". Ali critica a mostra de pintura moderna da artista,
que caracterizava de não nacional.
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